Hub Drops: Marcas de luxo na era da IA: Um guia compreensivo

O mercado de luxo precisa se adaptar ao uso da Inteligência Artifical, mas não é simplesmente “ligá-la” ao negócio, é preciso estratégia e nesse guia compreensivo sobre a IA no mercado de luxo, nós exploramos como.
Hub Drops: A estratégia multi-funil de marketing e quanto investir.

Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas Serviços Criação de Conteúdo Desenvolvimento de Sites Gestão de Tráfego HD.M ECO Blog HD.M Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas Serviços Criação de Conteúdo Desenvolvimento de Sites Gestão de Tráfego HD.M ECO Blog HD.M Hub drops A estratégia multi-funil e quanto investir. Mais do que uma estratégia de tráfego pago para atrair mais leads e vendas, ela traz o Branding para perto dos resultados reais da marca, seja no orgânico, seja no pago. Tempo de leitura: 4 minutos Há muito tempo ouvimos falar que é necessário construir um funil de vendas para seu negócio, trazer curiosos lá no topo do funil e transformá-los em compradores e leads que comprarão seus produtos ou contrataram seus serviços. Na prática, o que vemos é que, sejam campanhas ou conteúdos orgânicos, todas estão mais do meio para o fundo do funil buscando leads e compradores a todo momento. Isso pode ser um problema. Vamos explorar por que neste novo Hub Drop. Ficam as vendas, vai-se o branding O problema do foco excessivo em campanhas de meio de funil, que oferecem materiais gratuitos para download, ou campanhas de fundo de funil para vendas é que, ao passo que você conquista leads e novas vendas, sua marca não está construindo uma imagem à qual as pessoas se lembrarão no futuro. Dependendo do seu mercado, essa estratégia pode até fazer sentido, principalmente nos nichos que lideram pelo PREÇO. Por outro lado, nichos mais específicos ou que a qualidade seja muito percebida, trabalhar o topo de funil é tão importante quanto as outras duas etapas. Por que não sair vendendo? Em tempos onde todo mundo “só” sai vendendo, construir uma marca através de campanhas de branding e autoridade é um dos caminhos que mostra para as pessoas que é possível ter uma experiência ao consumir bens e serviços vindos da sua marca. Principalmente com o protagonismo de gerações mais jovens como a Z e a Alpha, que prezam mais por experiências, focar na construção da marca pode ser uma estratégia de sucesso a longo prazo. Lembre-se: Criar algo que faça sua marca se destacar é fundamental para o sucesso além das vendas! Do topo ao fundo, como uma experiência A estratégia multi-funil é, em muitos aspectos, uma forma de você convidar seus usuários para uma experiência contínua da sua marca onde você mostra em diversos níveis no que você é bom, o que você pode oferecer e como vai fazer. No final, de uma maneira bem prática e didática podemos definir algumas “campanhas base” para cada nível de funil, junto com os objetivos que precisamos ficar de olho: Topo de Funil: Campanhas que mostram um texto que você produziu, um conteúdo informativo ou mesmo algo mais institucional. > Objetivos e Indicadores para ficar de olho: Nas mídias sociais Alcance dos seus anúncios; Frequência dos anúncios; Número de novos seguidores; Número de curtidas, compartilhamentos e salvamentos dos seus posts; Click nos seus anúncios (para site ou perfil). No seu site ou app Número de acessos; Tempo de Sessões; Número de usuários totais; Número de usuários retornantes; Número de usuários novos. Meio de Funil: Campanhas que convidem para um webinar, para o download de um e-book ou infográfico, convites para um período teste de uma ferramenta, diagnósticos para qualificação de leads. > Objetivos e Indicadores para ficar de olho: Nas mídias sociais Clicks nos anúncios; Alcance dos anúncios; CTR (Click-Through Rate); Leads gerados. No seu site ou app Número de downloads; Número de usuários; Eventos Chave; Leads gerados. Fundo de Funil: Aqui é onde fazemos as vendas e fechamos negócio. Por isso, as campanhas e conteúdos de fundo de funil vão focar em trazer novos leads, agendar novas reuniões e gerar novas vendas para seu negócio. > Objetivos e Indicadores para ficar de olho: Nas mídias sociais Clicks nos anúncios; Alcance dos anúncios; CTR (Click-Through Rate); Compras efetuadas; Leads gerados. No seu site ou app Compras efetuadas; Número de usuários; Leads gerados; Eventos chave; Tempo de sessão; Reuniões agendadas. Quanto investir em uma estratégia dessa? Cada nível da estratégia multi-funil precisa receber um tipo de investimento baseado principalmente nos objetivos de cada um deles. Objetivamente, as campanhas de fundo de funil serão mais caras pois, além de você, muitos outros concorrentes estão correndo para fechar negócio e isso torna o ambiente mais caro. Por outro lado, campanhas de topo de funil, por terem objetivos mais fáceis não exigem um orçamento muito robusto. De uma maneira geral, ao invés de definir um valor específico, já que cada nicho tem seu ponto de partida ideal, vamos trabalhar com a proporção que cada etapa precisa: TOPO DE FUNIL: 20% – 25% do orçamento MEIO DE FUNIL: 30% – 35% do orçamento FUNDO DE FUNIL: 40% – 50% do orçamento Conclusão: Nem só de vendas vive uma marca Em um mundo onde a internet está se tornando cada vez mais competitiva, os conteúdos orgânicos não etrengam mais a performance de antigamente e, os avanços tecnológicos como a busca por IA tem prejudicado os acessos orgânicos, as estratégias de tráfego pago são essenciais para qualquer marca. Uma marca que consiga conciliar vendas com branding nas diversas plataformas e canais, com certeza terá uma vantagem competitiva em relação a outras marcas. Esse artigo faz parte do HUB DROPS! Nossa plataforma com insights, artigos, ebooks e muito mais feita por quem há 12 anos trabalha, impacta e entrega resultados no Digital! Quer fazer parte da lista de pré-lançamento? Deixe seu contato abaixo! A promoção de lançamento vai até dia 31 de Dezembro! Leia mais Hub Drops! Hub Drops Hub Drops: Marcas de luxo na era da IA: Um guia compreensivo Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas… Leia Mais Hub Drops: A estratégia multi-funil de marketing
Hub Drops: O Futebol brasileiro precisa de um Rebranding?

Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas Serviços Criação de Conteúdo Desenvolvimento de Sites Gestão de Tráfego HD.M ECO Blog HD.M Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas Serviços Criação de Conteúdo Desenvolvimento de Sites Gestão de Tráfego HD.M ECO Blog HD.M Hub drops O futebol brasileiro precisa de um rebranding? O que o futebol tradicional pode aprender com a Kings League, os campeonatos de X1 e a internet Tempo de leitura: 4 minutos O futebol brasileiro sempre foi mais que um esporte, foi um espelho cultural, uma linguagem nacional, uma religião aos domingos. Mas a verdade incômoda é que essa paixão coletiva está envelhecendo. Enquanto gerações anteriores cresceram idolatrando Zico, Ronaldo e Ronaldinho, a nova geração está mais interessada em Kings League, influencers e nas ligas de X1 transmitidas pelo YouTube e TikTok. O futebol, antes o espetáculo do povo, hoje parece um produto cansado, previsível e burocrático. E talvez seja a hora de encarar uma pergunta séria: Será que o futebol precisa de um rebranding? O futebol perdeu o timing da nova geração A Geração Z e a Alpha, que já vem logo atrás, não tem paciência para 90 minutos de previsibilidade, árbitros parando o jogo a cada lance e transmissões engessadas.Eles cresceram em um mundo onde tudo acontece em 15 segundos. E o futebol tradicional, com suas pausas, formalidades e narrativas repetitivas, simplesmente não acompanha esse ritmo. Enquanto isso, a Kings League, criada por Gerard Piqué e o streamer Ibai Llanos, transformou o futebol em um show: Regras dinâmicas, cartas que mudam o jogo. Jogadores mascarados, criadores de conteúdo e ex-profissionais no mesmo campo. Câmeras, drones, áudio aberto entre juízes e técnicos. Transmissão multiplataforma, chat em tempo real e comunidade participando das decisões. Não é à toa que a final da Kings League em 2023 reuniu mais de 92 mil pessoas no Camp Nou e bateu picos de 2 milhões de espectadores simultâneos online. O contraste é gritante: enquanto os campeonatos brasileiros lutam contra o desinteresse, a internet está reinventando o entretenimento esportivo em tempo real. O produto “futebol brasileiro” está desatualizado Se pensarmos em marketing, o futebol é um produto e, como qualquer produto, precisa evoluir com o comportamento do consumidor.O problema é que o “produto futebol brasileiro” parou no tempo: Transmissão engessada, comentaristas distantes do público jovem, excesso de patrocínios invasivos, jogos longos, falta de narrativas novas e ídolos escassos. O futebol brasileiro não forma mais craques que encantam o torcedor nacional, porque os talentos são vendidos cada vez mais cedo para a Europa. A Seleção Brasileira virou uma marca sem rostos identificáveis, e os torcedores jovens não criam mais laços emocionais com jogadores daqui. Um garoto de 15 anos hoje torce mais para o Real Madrid ou o PSG do que para o time da cidade onde nasceu. Isso não é desinteresse pelo esporte, mas sim desinteresse pelo formato atual do futebol brasileiro. Falta narrativa, sobram desculpas Em marketing, storytelling é tudo. E o futebol brasileiro perdeu sua narrativa. Os campeonatos já não contam histórias, os clubes não constroem personagens e os ídolos deixaram de ser acessíveis. Enquanto isso, as ligas alternativas entenderam a lógica do conteúdo: Jogadores da Kings League e do X1 são personagens com carisma, presença digital e histórias reais. O público acompanha bastidores, vota em regras, comenta lances ao vivo e se sente parte do espetáculo. O futebol tradicional ainda trata o torcedor como espectador.As novas ligas tratam o torcedor como coautor. Experiência contínua e omnichannel Um ponto crítico que o futebol brasileiro ainda não domina é a continuidade da experiência.O problema é que o engajamento termina rápido: teve jogo ontem, hoje tem o balanço, amanhã já é outra pauta. É preciso criar uma experiência que transite do físico para o digital e volte para o físico, conectando o torcedor todos os dias. Por exemplo: Segunda: ressaca do jogo com memes e análises Terça: atualizações nas redes sociais Quarta: tour digital pelo CT Quinta: updates do time Sexta: “Sextou do clube” com dicas de saúde, lifestyle ou entretenimento Sábado: recado do mascote Domingo: guerra ou desafios entre times O objetivo é criar uma gangorra constante de atenção, onde o torcedor esteja respirando a marca o tempo todo, exatamente como a Kings League faz com vários conteúdos em apenas 7 dias. Branding e gameficação Engajamento não pode ser passivo, precisa ser recompensador: Entrevistas e aparições públicas podem ter branding integrado (camisetas, backdrops, merchandising). Quanto mais o torcedor interage digitalmente, mais benefícios ou descontos ele recebe na loja do patrocinador. A experiência deve unir gameficação e pragmatismo financeiro, mantendo o valor da experiência entregue. O que o futebol pode aprender com a internet A lição é clara: o futebol precisa se repensar como produto de entretenimento, não apenas como esporte. Alguns caminhos possíveis: Dar poder à comunidade: votações, interações, bastidores abertos. Criar narrativas e personagens autênticos, com rosto, voz e carisma. Falar a língua da internet: menos institucional, mais humor, cultura pop e storytelling. Entender que o jogo também é um show: entretenimento e emoção vendem. Conclusão: coragem para mudar Assim como marcas que se reinventam, o futebol brasileiro precisa de um rebranding corajoso, um movimento que una modernização, autenticidade e emoção. Não basta pintar estádio, mudar logo ou abrir canal no TikTok. É preciso reconstruir a experiência. O futebol foi, por décadas, o centro da cultura popular brasileira. Mas hoje, enquanto jovens preferem acompanhar uma partida da Kings League do que a final do Paulistão, fica claro: o problema não é o público. É o produto. E se o futebol brasileiro quiser reconquistar corações, precisa voltar a jogar o jogo que sempre soube jogar: o da paixão, da arte, da inovação e da experiência contínua, conectando físico e digital, gamificando a interação e respirando a marca todos os dias. Leia mais Hub Drops! Hub Drops Hub Drops: Bad Bunny no Super Bowl 2026: muito
Hub Drops: Bad Bunny no Super Bowl 2026: muito além da música, uma aula de marketing cultural

Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas Serviços Criação de Conteúdo Desenvolvimento de Sites Gestão de Tráfego HD.M ECO Blog HD.M Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas Serviços Criação de Conteúdo Desenvolvimento de Sites Gestão de Tráfego HD.M ECO Blog HD.M Hub drops Bad Bunny no Super Bowl 2026: muito além da música, uma aula de marketing cultural A escolha do rapper porto-riquenho como atração do show do intervalo do Super Bowl LX mostra como a NFL transforma cultura, política e identidade em estratégia de marca, movimentando bilhões e gerando impacto global. Tempo de leitura: 4 minutos Super Bowl: A máquina de fazer dinheiro O Super Bowl é, por si só, um fenômeno econômico. A final da liga de futebol americano movimenta centenas de milhões de dólares todos os anos, consolidando-se como o evento esportivo mais rentável do planeta. A receita da NFL ultrapassou US$ 23 bilhões no ano fiscal de 2024. Marcas desembolsando cerca de US$ 8 milhões por apenas 30 segundos de comerciais durante os intervalos. Não à toa, o show do intervalo se tornou tão relevante quanto o próprio jogo. O palco não é só musical: é uma vitrine global para marcas, artistas e mensagens que impactam centenas de milhões de espectadores no mundo inteiro. De Michael Jackson a Bad Bunny: a evolução cultural do show do intervalo A cada ano, a NFL transforma o espetáculo em um espelho cultural. Já passaram por lá nomes como Michael Jackson, Beyoncé, Bruno Mars e Shakira, todos convertendo suas performances em marcos históricos da cultura pop. Foi a performance de Michael Jackson, em 1993, que elevou o nível do show do intervalo, e foi a partir desse momento que o evento passou a atrair mais audiência e atenção do público. Em 2025, foi a vez de Kendrick Lamar. Sua performance dividiu opiniões, mas entrou para a história como a primeira apresentação solo de um rapper no evento, se tornando um marco para o hip hop e para a representatividade dentro da cultura popular dos EUA. Agora, com Bad Bunny, a NFL dá mais um passo: abrir espaço para um show inteiro em espanhol, ampliando o alcance cultural do evento. O marco histórico do espanhol no maior palco dos EUA Bad Bunny será o primeiro headliner a comandar o show do intervalo do Super Bowl cantando inteiramente em espanhol. Não é só uma escolha artística, mas um reconhecimento do peso da comunidade latina, que hoje soma mais de 60 milhões de pessoas nos Estados Unidos, com um poder de compra bilionário. Essa decisão sinaliza que o espanhol não é uma “língua estrangeira” dentro do país, mas parte do seu DNA cultural e econômico. Para as marcas, isso significa dialogar diretamente com um público fiel, engajado e cada vez mais central na economia americana. .@sanbenito. Super Bowl LX. Santa Clara. February 2026. #AppleMusicHalftime #SBLX @AppleMusic @SNFonNBC @RocNation pic.twitter.com/CMn8BtUGzV — NFL (@NFL) September 29, 2025 O protesto no palco: marketing, política e posicionamento A escolha de Bad Bunny carrega também uma camada política impossível de ignorar. Em setembro, o artista explicou que havia deixado os EUA de fora de sua turnê por medo de que fãs pudessem ser alvos de deportação em shows. O anúncio da NFL foi recebido como um gesto ousado e, para muitos, um ato político, já que os EUA têm intensificado medidas contra imigrantes em território norte-americano. Para as marcas, o risco é claro: associar-se a uma narrativa de contestação pode incomodar parte da audiência. Mas a oportunidade é maior ainda: conectar-se a um público jovem, digital e culturalmente engajado que valoriza autenticidade e posicionamento. Marketing Cultural: quando entretenimento vira estratégia de marca O conceito de Marketing Cultural explica por que essa decisão é tão estratégica. Ele vai além da venda de produtos: vende valores, ideias e um estilo de vida. No caso do Super Bowl 2026, é sobre identidade, representação e poder cultural. Autenticidade: a NFL não cria uma tendência, mas abraça uma que já é realidade. Capital de marca: anunciantes não estarão apenas vendendo cerveja ou carros, mas associando suas marcas a um momento histórico. Engajamento emocional: o show fala de orgulho, pertencimento e resistência, sentimentos que conectam muito mais do que um comercial engraçado. Mídia espontânea: a escolha de Bad Bunny já gerou manchetes e debates meses antes do evento. É marketing que se paga antes mesmo de acontecer. O Super Bowl 2026 como estudo de caso de marketing Mais do que um jogo ou um espetáculo, o Super Bowl 2026 será um case de marketing cultural e político. Ao colocar Bad Bunny no palco, a NFL transforma entretenimento em estratégia, conecta-se a movimentos sociais e reforça sua relevância global. Para artistas, fãs e marcas, o recado é claro: no marketing moderno, posicionamento é estratégia de negócios. E quando cultura e política entram em jogo, os resultados podem ultrapassar bilhões em audiência, engajamento e legado. Leia mais Hub Drops! Hub Drops Hub Drops: Estratégia rápida de tráfego pago para escritórios de advocacia Uma estratégia rápida e infalível para negócios do setor do Direito terem sucesso no Google Ads. Leia Mais Hub Drops: Como definir sua verba de tráfego pago? Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas… Leia Mais Hub Drops: Descubra Como Impulsionar Seu Negócio com Google Ads: Guia Completo e Estratégias Infalíveis Descubra agora como impulsionar o seu negócio de forma significativa com o poderoso Google Ads. Este guia completo e repleto… Leia Mais Veja mais Em breve mais Hub Drops! Vamos montar seu projeto! HD.M Marketing Digital e Conteúdo Instagram Linkedin Inscreva-se na nossa newsletter! Mapa do Site Menu Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas Serviços Criação de Conteúdo Desenvolvimento de Sites Gestão de Tráfego HD.M ECO Blog HD.M
Hub Drops: Estratégia rápida de tráfego pago para escritórios de advocacia

Uma estratégia rápida e infalível para negócios do setor do Direito terem sucesso no Google Ads.
Hub Drops: Como definir sua verba de tráfego pago?

Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas Serviços Criação de Conteúdo Desenvolvimento de Sites Gestão de Tráfego HD.M ECO Blog HD.M Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas Serviços Criação de Conteúdo Desenvolvimento de Sites Gestão de Tráfego HD.M ECO Blog HD.M Tráfego Pago Como definir sua verba de tráfego pago? Tempo de leitura: 15 minutos Todo mundo quer saber quanto precisa realmente investir para criar campanhas nas mídias sociais e Google Ads. Hoje, vamos resolver este problema! Para te ajudar a definir quanto você precisa investir em tráfego pago, vamos abordar três pilares que fundamentam qualquer estratégia, seja visando aumentar seu alcance, seja visando converter e vender mais. Sem mais delongas, vamos nessa! PILAR 1: SEU MERCADO E SEU NICHO Independentemente da sua plataforma, seu mercado e seu nicho desempenharam um papel fundamental no seu orçamento. Por exemplo, um escritório de advocacia terá lances mais caros do que um escritório de arquitetura, e o motivo é muito simples: Mais pessoas buscam ou precisam de advogados do que arquitetos. Desculpem os arquitetos, mas a realidade é que eventualmente as pessoas precisarão de advogados para resolver seus problemas, enquanto menos pessoas precisarão de arquitetos para desenvolver seus projetos por aí. Indo além nesta análise, o seu nicho também terá um papel fundamental no seu orçamento de tráfego pago. Dentro do Direito mesmo, mais pessoas podem precisar de advogados trabalhistas do que aqueles especializados no tributário e isso, na hora de posicionar campanhas nos veículos de tráfego pago, vai encarecer seus lances. PILAR 2: O MOMENTO DO SEU CLIENTE Independentemente do seu nicho, serviço ou produto, no final do dia, seu cliente pode não precisar daquele serviço, naquele momento. E isso vai pesar no seu orçamento. Vamos usar como exemplo, um hotel à beira da praia no Brasil. Não é necessário dizer que a busca se intensifica nos períodos mais próximos de feriados ou do verão, porque praia e sol têm tudo a ver. Desta maneira, nos períodos mais frios, os lances para este hotel estarão mais baratos, pois a procura estará mais baixa. Isso não significa que o Custo de Aquisição do Cliente (CAC) será menor, pois você precisará de mais gente entrando no seu site disposta a planejar uma viagem com mais antecedência. Por outro lado, quando chegamos perto do verão e outros feriados, não só os usuários estão procurando mais por “hotéis pé na areia” como seus concorrentes estão criando mais anúncios para estarem nos primeiros resultados de buscas. PILAR 3: SEU OBJETIVO Na hora de lançar sua campanha, qual o seu objetivo? Mais seguidores? Vender mais? Mais acessos ao site? Downloads de um E-book? Dependendo do seu objetivo, o orçamento da sua campanha será afetado para mais, ou para menos, vejamos: Supomos que você tenha um e-commerce que acabou de começar. O que você precisa primeiro? Mais seguidores ou mais vendas? Em uma campanha de vendas, você estará competindo com diversos concorrentes que, assim como você, querem aumentar suas vendas e fazer o negócio lucrar. Por outro lado, nem todos se preocupam em construir uma comunidade ao redor da marca e assim, não criam tantas campanhas voltadas para crescimento do perfil nas redes sociais ou acessos ao site e isso joga o orçamento lá para baixo. E COMO CALCULAR SEU ORÇAMENTO? Para calcular seu orçamento, baseado nestes três pilares, precisamos pensar em como estes pilares influenciam nele, por isso, ao invés de termos um número fechado, precisamos trabalhar em um INTERVALO DE VALORES, para você saber o que esperar quando há muita e quando há pouca procura. De uma maneira prática, estes pilares irão influenciar o CUSTO POR CLICK (CPC) das suas campanhas e este KPI é fundamental para calcularmos seu orçamento, desta maneira: ORÇAMENTO (O) = CUSTO POR CLICK (CPC) * QUANTIDADE DE CLICKS POR MÊS (QtCM) Para calcular o intervalo de orçamento que você pode trabalhar nas suas campanhas, podemos pensar na seguinte lógica: CENÁRIO CONSERVADOR: Não mexa na fórmula, ela se mantém igual: O = CPC * QtCM CENÁRIO AGRESSIVO: Acompanhando clientes do Hub HDM e outros dados de mercado, chegamos na conclusão que estes pilares podem influenciar em até 5 vezes o custo por click das suas campanhas, dessa maneira, podemos calcular o orçamento da seguinte maneira: O = 5CPC * QtCM A partir destes resultados, você tem um intervalo saudável para trabalhar seus orçamentos de campanha! Exemplo prático: Escritório de Advocacia. Como falamos anteriormente, escritórios de advocacia geralmente são muito procurados nas plataformas digitais e, neste caso, podemos definir que o CPC está entre R$ 3 e R$ 15. Assim, em um cenário conservador, se quisermos, ao final do mês 1000 usuários novos no site, calcularemos: O = 3* 1.000 —> O = R$ 3.000 / mês Por outro lado, em um cenário agressivo de investimentos, o cálculo será:O = 15*1.000 —> O = R$ 15.000 / mês Vale lembrar que, mesmo não dispondo deste orçamento, não significa que você não terá resultados! A métrica da quantidade de clicks é, na verdade, um objetivo a ser alcançado e, portanto, é definida por você! Quer saber quanto separar para investir em tráfego pago? Fale hoje com nosso especialista para uma consultoria e estudos gratuitos! Clique aqui HD.M Marketing Digital e Conteúdo Instagram Facebook Linkedin Mapa do Site Menu Home Quem somos Portfólio Análise do seu Marketing Soluções Pack do Negocinho HD.M para pequenas empresas HD.M para Médias Empresas Serviços Criação de Conteúdo Desenvolvimento de Sites Gestão de Tráfego HD.M ECO Blog HD.M
Hub Drops: Descubra Como Impulsionar Seu Negócio com Google Ads: Guia Completo e Estratégias Infalíveis

Descubra agora como impulsionar o seu negócio de forma significativa com o poderoso Google Ads. Este guia completo e repleto de estratégias infalíveis irá revolucionar a maneira como você conduz suas campanhas online. Desde maximizar o alcance da sua marca até atrair mais clientes em potencial, você aprenderá passo a passo como utilizar todo o potencial dessa plataforma de publicidade online.
Hub Drops: O Jaguar, a Schizzibook e um papo sobre Conhecer seu Público

Home Gestão de Tráfego HD.M ECO Portfólio Blog HD.M Home Gestão de Tráfego HD.M ECO Portfólio Blog HD.M Case Collab HD.M O Jaguar, a Schizzibook e um papo sobre Conhecer seu Público O que uma papelaria criativa 100% brasileira tem a ensinar para uma das marcas mais antigas de carros da história. Tempo de leitura: 15 minutos O polêmico rebranding da Jaguar No final de 2024 a Jaguar revelou (e chocou) ao mundo seu rebranding completo. A marca inglesa de 90 anos deixou tudo para trás, exceto seu tradicional felino (usado em casos muito específicos agora) e adotou uma postura, no mínimo, ousada em direção a “tempos mais modernos”. Motivados pelo lema “Copy nothing” (“Copie nada”, em tradução livre) a empresa trouxe uma nova logomarca, uma nova paleta de cores e um novo conceito de carro que abraça uma estética mais futurista e menos clássica como antes. Seu lançamento aconteceu na Miami’s Art Week, denunciando o que a marca espera para sua nova empreitada no mundo dos carros elétricos (agora), alto luxo automobilístico e claro, o público que ela espera atingir. Repercussão Há quem tenha dito que a empresa foi ousada, há quem diga que ela foi Woke demais e há quem diga que ela não inovou em nada, apenas reciclou uma fórmula já apresentada em outras campanhas de outras marcas. Seja como for, uma coisa que essa campanha teve foi repercussão. A marca, que estava em declínio de vendas desde 2018 (melhor ano de vendas da sua história – 181.329 unidade vendidas, fonte: Meio&Mensagem) tinha uma performance digital “mediana” quando pensamos no mercado de alto luxo automobilístico: 1 – 2 Milhões de acessos mensais (Aston Martin, por exemplo, tem 3,2 mm) e; 334.000 visualizações em todos os seus vídeos em 2023. Após a campanha “Copy Nothing” os números se tornaram muito mais interessantes: O site está gerando cerca de 12 milhões de visitas mensais e; O anúncio, nos 6 primeiros dias, 160 milhões de visualizações, sozinho, nas redes sociais. (Fonte de todos os dados: https://simporter.com/jaguar/ – Link em inglês) Afinal, com quem a Jaguar quer falar? Se você perguntar para qualquer executivo de Marketing da marca eles falarão:“Estamos atrás de uma audiência mais jovem, mais rica, focada no design, ávida por compras mas com pouco tempo à disposição.” Enquanto isso, eles esperam que apenas 10% a 15%, da sua audiência “original” de fato fique com a marca. POSICIONAMENTO Sobre o posicionamento, o “clássico britânico” em moldes que criam uma outra versão de James Bond vai ficar no passado, agora ele dará lugar ao exuberante, moderno e atraente. Tal posicionamento é marcado pela “Fearless Creativity” (“Criatividade sem medo”, em tradução livre) que a marca quer trazer para si pautada no lema do fundador da marca “a copy of nothing” (“Uma cópia de Nada”, em tradução livre). E tudo isso se refletirá em COMO a marca vai vender seus carros desta empreitada de carros elétricos. Agora, serão 20 lojas espalhadas por todo Reino Unido e apenas uma programada para estrear em Paris em 2025. Todas irão misturar o carro com galeria de arte e alta culinária. Um detalhe: A marca não produzirá NENHUM carro em 2025, apenas em 2026 as primeiras unidades, produzidas em larga escala, chegarão nas mãos de seus primeiros donos. Mas afinal…Dará certo? É muito difícil dizer se esta jogada, no mínimo ousada, dará certo. Mas já que no mundo de hoje precisamos tomar um partido, sou da linha de pensamento de que “Não, não irá funcionar.” – pelo menos por enquanto. Porém, tem salvação. Mais para frente exploraremos… Existem três motivos para acreditar que este movimento não dará certo: 1. Luxo “pero no mucho”: Alguns dos componentes essenciais das marcas que se propõe a serem de Alto padrão, ou alto luxo são: Escassez e; Não falar que você é uma marca de luxo. Se de um lado a escassez gera DESEJO das pessoas pela marca e, a Jaguar promete produzir suas unidades em larga escala em 2026, não há a escassez proposta pelas marcas de luxo. Além disso, a marca está constantemente reafirmando que é de Luxo, que está se posicionando para esse público e que quer aumentar o luxo que já tinha. Não há uma marca, verdadeiramente de luxo, que precise afirmar que é de luxo. Seu posicionamento é intrínseco, é notável pelos detalhes, não há necessidade, nem desejo da marca, de afirmar o que ela faz. Você nunca verá uma propaganda da Hermès falando: “Esta é nossa nova coleção, feita para quem gosta de luxo”, por exemplo… 2. O ser Humano gosta de poupar energia: Em diversos livros como “O Animal Social”, “Story Brand”, “Sapiens”, “Marketing 5.0”, entre outros, é comum falarem que o ser Humano é um animal que gosta de poupar energia, busca a eficiência e está sempre progredindo em busca de facilitar sua vida e adquirir recursos. O mesmo vale para perceber marcas, conceitos, objetivos, mensagens e tudo que cerca o marketing. A Jaguar deixou muita gente confusa, muita gente tentando entender esse movimento e principalmente muita gente se perguntando se o novo Jaguar era realmente para elas ou não. Em um mundo em que somos constantemente bombardeados por informações, conteúdos, reels, posts, tiktoks de marcas e influenciadores, uma comunicação sem ruídos, eficiente, focal e segmentada, ajuda no processo de entendimento da população. 3. Destruir sua base para conquistar outros lugares: A jogada da Jaguar é arriscada em todos os sentidos. Inclusive quando ela decide fazer esse rebranding sabendo que estaria sacrificando de 85% a 90% da sua base de compradores. Imagine você, mudando 100% da sua empresa, enquanto simplesmente abandona 90% das pessoas que garantem a sua receita. É um movimento, no mínimo, imprudente. Certo? É isso que a Jaguar está colocando em jogo aqui. Está reestruturando todos os seus carros, linhas de produção, pontos de venda, público, mensagens, posicionamento, segmentos e muito mais. Sem contar com 90% da sua receita. Em algum momento o arrependimento poderá bater. A Schizzibooks e o que ela pode ensinar para a
Hub Drops: O que é UGC? 5 Dicas para entender melhor e usar na sua estratégia

Home Gestão de Tráfego HD.M ECO Portfólio Blog HD.M Home Gestão de Tráfego HD.M ECO Portfólio Blog HD.M Tendências | Marketing Digital O que é UGC? 5 Dicas para entender melhor e usar na sua estratégia O UGC é uma tendência que veio para transformar o mercado de influenciadores digitais. Hoje, você vai entender e ainda ter 5 dicas para usar na sua estratégia. Tempo de leitura: 10 minutos No universo do marketing digital, termos novos e complexos aparecem constantemente. Para quem não é da área, ou até mesmo para os profissionais, essas siglas e expressões podem parecer confusas no início. Um desses termos que você talvez ainda não conheça, mas com certeza já viu ou até mesmo produziu, é o UGC. Mas o que é UGC? Ele significa User-Generated Content, ou seja, conteúdo gerado pelo usuário. Esse conceito está cada vez mais presente nas estratégias de marketing digital, e acredite: provavelmente você já se deparou com isso nas redes sociais ou em outras plataformas. O que é User-Generated Content? Imagine o seguinte: alguém compra um produto, experimenta um serviço, ou visita um lugar, e logo compartilha sua experiência nas redes sociais. Pode ser um vídeo no stories do Instagram mostrando o produto, um review no YouTube ou Tik Tok, ou até um post com fotos detalhadas. Tudo isso é UGC, ou seja, conteúdo criado espontaneamente pelos próprios consumidores. Por exemplo, se você já fez uma review de produto, postou uma foto no restaurante que acabou de visitar ou até compartilhou um vídeo das suas férias em um hotel, você já produziu conteúdo gerado pelo usuário. Esse tipo de conteúdo, além de ser genuíno e autêntico, tem o poder de influenciar a decisão de compra de outros consumidores. E não é só sobre produtos físicos! UGC também pode ser aplicado a experiências de serviços como restaurantes, hotéis, parques temáticos e qualquer coisa que envolva um consumidor final. Isso demonstra o quanto esse tipo de conteúdo tem relevância na era das redes sociais, onde as opiniões e experiências de outras pessoas têm grande influência no processo de compra de potenciais clientes. Agora que você já entende o que é User-Generated Content, vamos te mostrar 5 dicas para usá-lo de forma eficiente em sua estratégia de marketing digital! Vem com a gente! 5 Dicas para Usar UGC na sua Estratégia de Marketing Digital 1. Incentive seus clientes a criar conteúdo A melhor forma de gerar User-Generated Content é pedindo! Incentive seus clientes a compartilharem suas experiências nas redes sociais e a marcarem sua marca. Ofereça recompensas, descontos ou participe de desafios. Quanto mais fácil e divertido for para o cliente criar conteúdo, maiores são as chances dele compartilhar. Quer um exemplo de como pedir? Se você faz vendas online, envie um flyer junto com o produto, solicitando que o usuário faça um storie mostrando o que adquiriu e marcando o @ da sua loja! Quer incentivar mais ainda o compartilhamento? Ofereça 10% off na próxima compra! 2. Republique o conteúdo gerado pelo usuário Não deixe o conteúdo criado por seus consumidores parado, ok? Use-o para enriquecer suas próprias redes sociais. Quando você compartilha as postagens dos clientes, mostra que valoriza suas opiniões, além de fortalecer a confiança de novos consumidores. Não se esqueça de sempre dar os créditos! 3. Crie uma hashtag exclusiva Uma hashtag personalizada é uma ótima maneira de acompanhar o conteúdo gerado por seus clientes. Além disso, isso ajuda a centralizar todas as postagens relacionadas à sua marca, facilitando que outras pessoas vejam essas experiências. 4. Mostre UGC em seus canais de venda Exiba os reviews de clientes diretamente nas suas páginas de produtos ou serviços. Testemunhos e fotos reais criam um vínculo de confiança e aumentam a conversão. Afinal, as pessoas confiam em outras pessoas. 5. Aproveite o UGC também em campanhas pagas O conteúdo gerado pelo usuário não precisa ser restrito às redes sociais orgânicas. Incorpore esse tipo de conteúdo em seus anúncios pagos. Anúncios que mostram a autenticidade de outros consumidores tendem a ser mais eficazes e trazer melhores resultados. Quer uma dica extra? 6. Crie conexões autênticas entre o cliente e sua marca para UGC ainda mais orgânico No mundo altamente digital de hoje, pequenas demonstrações de cuidado podem fazer uma grande diferença. Dedicar um tempo extra para personalizar a experiência do cliente — como embalar o produto de forma especial ou incluir um recado escrito à mão — pode criar uma conexão mais forte e memorável com o consumidor. Detalhes como uma embalagem diferenciada, um pequeno brinde e uma mensagem de agradecimento tornam a compra mais pessoal e incentivam os clientes a compartilhar essa experiência de forma orgânica nas redes sociais. Essas conexões autênticas ajudam a humanizar a marca e a fortalecer o relacionamento com o cliente. Ao aplicar essas dicas, você usará o UGC de forma estratégica para aumentar o engajamento, fortalecer a confiança em sua marca e melhorar os resultados de vendas. Escrito por: Maraia Juliana Coordenadora de Comunicação e especialista de mídias digitais. Apaixonada por entender as tendências de Marketing e comportamento, além de fã número um do RBD. HD.M Marketing Digital e Conteúdo Instagram Facebook Linkedin Mapa do Site Menu Home Gestão de Tráfego HD.M ECO Portfólio Blog HD.M
